domingo, 18 de abril de 2010

Ficha utilizada na autoavaliação sobre registo formal e informal

PowerPoint sobre o Laboratório gramatical: Os sinónimos são mesmo iguais?

Laboratório gramatical: Os sinónimos são mesmo iguais?

18 de Abril

Laboratório gramatical: Os sinónimos são mesmo iguais?

Esta actividade foi aplicada numa turma de 4º ano, tendo partido da adaptação de uma actividade semelhante do GIP CEL (pág. 109)
1. Tipo de actividade: construção de conhecimento e mobilização de conhecimentos.
2. Descritores de desempenho. Identificar relações de significado entre palavras; identificar marcas de registo formal e informal.
3. Duração da actividade: 90 minutos.
4. Descrição da actividade:
Na aula iniciou-se com a apresentação de um PowerPoint de alguns sinónimos: feliz/contente; rapariga/menina);
- Os alunos verificaram se estes sinónimos podiam, ou não, ser utilizados num mesmo contexto, a partir de alguns exercícios;
- Apresentação de duas listagens A e B, para que os alunos liguem os sinónimos;
- Reflexão sobre o facto de que apesar de algumas palavras terem o mesmo significado, podem apresentar um sentido diferente, como é o caso de rapariga e menina, em que a primeira aponta para alguém com mais idade do que a segunda.

- Apresentação de frases em que os alunos tiveram de aplicar os sinónimos anteriores, mas em contextos diferentes (formal e informal);
- Síntese das observações feitas, em colectivo.
- Apresentação de diferentes textos para que os alunos pudessem distinguir o registo em que se encontravam, sublinhando as expressões características do registo formal e informal.
- Realização de uma ficha individual de trabalho, onde os alunos registam as conclusões a que chegaram e, de seguida fizeram a sua auto-avaliação.
-Discussão colectiva sobre os resultados da ficha de trabalho, para que pudessem ser aferidas dificuldades e trabalhadas atempadamente.


Reflexão da aplicação da actividade:

Com este tipo de actividade, os alunos puderam aprender pela descoberta, observando dados para descobrirem padrões regulares. Ao contrário do que, até agora, era hábito acontecer, em que eram dadas as definições e regras, nesta actividade os alunos puderam reflectir e chegar às suas próprias conclusões.
Os alunos mantiveram-se sempre motivados e participativos tendo sido cumprido o objectivo da aula.

Fichas utilizadas para a construção do marcador de livros

O Ensino da Compreensão de textos Instrucionais

16 de Abril

A propósito do Dia do Pai, trabalhamos um texto instrucional, que levou os alunos à confecção de um marcador de livros para oferecer ao pai.
Objectivo: Conhecer a estrutura de um texto instrucional.

Turma: 4º ano de escolaridade

Descrição da actividade:
- Apresentação do título do texto “Marcador de livros”;
- A partir do texto os alunos tentaram antecipar:
- o tipo de texto;
- para que serve;
- o que precisam saber para a confecção do marcador;
- que materiais seriam necessários;

- A pares, os alunos foram desafiados a ajudar alguém distraído que baralhou as instruções de duas actividades (marcador de livros e letras com imanes), seleccionando, de entre os materiais e modos de confecção, aqueles que pertenceriam ao marcador de livros;
- Massa de modelar,
- Folha com o desenho do marcador
- Tesoura
- Furador
- Ímanes
- Ráfia
- Cola
- Cola branca

-Escreve o teu nome no marcador;
-Recorta o marcador pelo traço negro, sem os separares;
-Modela a massa em forma de salsicha e forma o nome desejado.
-Dobra a meio, pela linha vertical mais grossa;
-Decora as letras com massas de cor de diferente, formando os padrões desejados.
-Cola as duas faces;
-Faz um furo no local assinalado;
-Trata a massa de modelar de acordo com o necessário para a fazer secar;
-Com a cola branca fixar os ímanes nas costas das letras
-Enfia a ráfia no furo e dá um nó.

- A partir de instruções baralhadas de duas actividades, os alunos colocaram a que se referia ao marcador de livros, nos respectivos locais da grelha abaixo apresentada.
- Foram distribuídos os textos originais, para comparação com a tabela preenchida.
- Seguidamente, os alunos preencheram uma ficha de verificação de conhecimentos.
- Depois de feita a leitura dos materiais a utilizar e procedimentos para a elaboração do marcador, os alunos realizaram, autonomamente, a confecção do Marcador para o Dia do Pai, seguindo as instruções.


Reflexão sobre a actividade:

Foi uma actividade muito bem aceite pelos alunos, que participaram com entusiasmo em todos os passos. Salienta-se, contudo, que foi demasiado fácil, para o nível geral da turma. Teria sido mais desafiador se tivessem sido os alunos a construir, intuitivamente, a instrução, e depois sim, compará-la com a original.

Powerpoint da 3ª Replicação "O desenvolvimento da Linguagem Oral"

Reflexão da 3ª Replicação
(6 de Março de 2010)
Escola Tomás de Borba, Angra do Heroísmo


1. A terceira replicação decorreu nos dias dois e três de Março, tendo sido abordado o tema “Expressão e Compreensão do Oral”.

2. Actividades:

- Iniciou-se a sessão com a apresentação dos resultados da aplicação das actividades do GIP que tinham sido propostas na última sessão: “Aniversários” e Versos de Fazer Ó-Ó. Uma vez mais, foi um momento de partilha enriquecedora, dado que quase todas as colegas que os aplicaram tinham algo diferente a acrescentar à actividade, na sua maioria, a pedido dos alunos, como por exemplo a realização de um livro com o poema “Aniversários”. Disseram todas ter sido uma experiência enriquecedora, tanto para elas, como para os alunos, que adoraram as actividades. É de lamentar que a quantidade de colegas que se disponibilizou a realizar as actividades, na turma, tenha sido reduzida, um total de cinco, pelo que se pode inferir que uma grande parte das pessoas não está na disposição de alterar as suas práticas e experimentar novas situações, não querendo, assim, sair da sua zona de conforto.
- Seguidamente, as colegas organizaram-se em grupos a fim de reflectirem sobre a oralidade na sua sala de aula. Após a reflexão, os resultados foram postos em comum em grande grupo.
- Posteriormente, procedi à exposição teórica sobre o tema, com um PowerPoint realizado por mim, tendo como base alguns documentos facultados na Formação, bem como pesquisas que efectuei.
Inicialmente, referi o modo, ainda insuficiente como se trabalha o oral na sala de aula, tendo-se gerado alguma discussão, uma vez que todos diziam trabalhar o oral. No entanto, à medida que a exposição teórica ia avançando, as pessoas acabaram por chegar à conclusão, que muitas vezes, esta competência não passa de uma área subsidiária de outras, não sendo planificada, e poucas vezes avaliada.
- Finalmente, procedeu-se a uma breve conclusão, realizada pelos colegas.

3- Penso que este terceiro encontro foi vantajoso, tanto pela partilha de práticas, como pela reflexão que foi feita em torno da questão do Oral.

Ana Maria Fonseca